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ZÖE STÄHLI: "A PORNOGRAFIA É MINHA PROFISSÃO"


Zöe Stähli é uma das raras mulheres no comando dos negócios da indústria pornográfica. Filha e herdeira de Edi Stöckli, conhecido como "o rei do pornô" e idealizador da indústria do cinema "X" na Suíça, Zöe administra uma galeria pornográfica localizada no quarteirão da "luz vermelha" de Zurique - MUSEUM OF PORN IN ART. Pelas paredes do Museu misturam-se fotos das empresas fundadas no final dos anos 70 por seu pai - Edi Stöckli (portal na internet, oito salas X um museu de arte erótica) com quadros pornográficos.
Esse império familiar começou em 1996, quando os Stöckli abriram em Lausanne o primeiro museu de arte pornográfica. Zöe Stähli conta que seu Pai tinha uma enorme coleção arte pornô "Mas para este tipo de cultura não havia espaço nas galerias tradicionais. A censura e o tabu eram muito presentes e ainda são em boa parte".  A iniciativa não agradou às autoridades e muito menos à vizinhança. "A polícia nos pedia, com frequência, para esconder os quadros julgados muito explícitos. Era assim mesmo com mostra sendo exposta dentro de um cinema pornô e liberada apenas para maiores de idade." conta Zöe. A empreitada pornô-cultural durou pouco tempo e a galeria fechou as portas.
                 Pai e Filha - Edi Stöckli a direita e  Zöe Stähli a esquerda

Em 2004 Zöe Stähli conseguiu um espaço para retomar seu projeto e voltar a expor arte pornográfica. Montou o MUSEUM OF PORN IN ART , que organiza exposições de arte-erótica-pornô. As mostras acontecem em uma pequena loja de vinhos finos batizada de EDY’s WEINSTUBE, situado no coração de Zurique.
“Olhando as paredes vazias, disse a mim mesma que poderia usá-las para mostras temporárias de arte pornográfica. A ideia deu certo. Em abril de 2012 comemoramos a centésima exposição” diz Zöe.

 

Todos os meses um público formado por moderninhos de "cabeça aberta" frequenta a galeria para consumir vinho vendido a preços módicos, karaokê e apreciar o chamado "pornô-chique contemporâneo", produzido por jovens artistas. Cada vernissage no EDY’s WEINSTUBE é sempre muito badalada. Mas mesmo com o entusiasmo do público, a maior parte dos quadros não é vendida. "Uma coisa é demonstrar curiosidade diante de um quadro erótico ou pornográfico, outra coisa é levar para casa uma imagem explícita e ter que de enfrentar o olhar da sogra ou da mulher" diz sorrindo Zöe Stähli.
Edi's Weinstube é provavelmente a única galeria em toda a Europa que combina vinho e de arte erótica.


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EM CARTAZ NA EDI'S WEINSTUBE
"Filthy Paintings in Zurigo"




GABRIELA, CRAVO E CANELA

Gabriela, Cravo e Canela obra de Jorge Amado publicada em 1958, apresentou aquela que é considerada por muitos, a personagem feminina mais sedutora já escrita por ele: Gabriela - A mulata, que vivia um romance com Nacib, encantava inúmeros homens de Ilhéus, colocando em xeque a férrea lei local que exigia que a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue.
Em 1960, a história foi transformada em telenovela pela TV Tupi. Realizada por Antônio Bulhões de Carvalho, com direção de Maurício Sherman, trazia no papel principal a atriz do teatro rebolado, Janete Vollu de Carvalho, na interpretação de Nacib, Renato Consorte e Tonico Bastos por Paulo Autran.

 
Mas foi em 1975, na Rede Globo, que Gabriela ganhou destaque no cenário nacional. A obra é um retorno ao chamado ciclo do cacau. Ao citar o universo de coronéis, jagunços, prostitutas e trambiqueiros de calibre variado, que desenham o horizonte da sociedade cacaueira. Na década de 20, na então rica e pacata Ilhéus, ansiando progressos, com intensa vida noturna litorânea, entre bares e bordéis, desenrola-se o drama, que acaba por tornar-se uma explosão de folia e luz, cor, som, sexo e riso.
A seleção para escolher quem viveria na tela a mulata sensual, que saía do sertão baiano para agitar a aparentemente pacata cidade de Ilhéus foi disputada por Ana Maria Magalhães, Marlene França, Vera Manhães e até a cantora Eliana Pitman, mas o diretor Walter Avancini já tinha feito a sua escolha: Sônia Braga, com quem acabara de trabalhar na novela Fogo Sobre Terra e explodia nas telas do cinema em outra criação de Jorge Amado, Dona Flor e Seus Dois Maridos.


Numa das cenas antológicas da TV brasileira, a doce e sapeca Gabriela (Sonia Braga) sobe no telhado de uma casa para pegar uma pipa que caiu por ali.

Em 1983 Gabriela, Cravo e Canela estreia nas telonas. Dirigido por Bruno Barreto, filmando em Parati, sul do estado do Rio de Janeiro, teve Sônia Braga como Gabriela e Marcello Mastroianni como Nacib.


O remake de 2012, que vai ao ar na próxima segunda feira dia 18, terá Juliana Paes como Gabriela. Gravada em Canavieiras no sul da Bahia, a novela retrata, a época áurea do cacau, dominada pelo conservadorismo dos coronéis liderados por Ramiro Bastos, vivido por Antonio Fagundes. Para defender a emblemática personagem, Juliana recebeu até a bênção de Sonia Braga, que se consagrou no papel. “Ela me parabenizou e disse que não poderia ter sido uma escolha melhor. Não gosto de ficar jogando confete em mim mesma, mas ela foi de uma generosidade enorme. Sonia é a grande inspiração para esse trabalho”, acrescentou a jovem estrela.

 
 

De acordo com o diretor-geral Mauro Mendonça Filho, a nova adaptação da obra se impôs por causa dos cem anos do escritor, que se comemoram em agosto. Para o autor Walcyr Carrasco, que sonhava adaptar romance há tempos, o remake leva vantagem sobre a novela original de 1975, feita sob os olhares atentos da ditadura. “Agora tudo, inclusive as passagens sobre a guerra dos coronéis que incomodavam a censura, poderá ser dito de maneira clara”, observou. Quem viu as cenas em que Juliana Paes aparece seminua ficou de queixo caído (não sei se bem isso!).  “A novela das onze é mais safadinha, né?” comentou Juliana após a apresentação!


APÓS A RIO+20 VEM AI A SÃO PAULO+20%

EM SAMPA AS FOTOS DE 'EVA NEGRA' NUA

 
Tradicional narrativa bíblica de Adão e Eva é reproduzida de forma inusitada na exposição "Beleza Afro-Brasileira", em cartaz na Panamericana Escola de Arte e Design, no bairro de Higienópolis, São Paulo.
O fotógrafo italiano Giancarlo Mecarelli, 66, fez a produção de uma Eva negra envolta por uma cobra, que se junta a outras 29 fotos de mulheres afrodescendentes nuas. "Sempre tive essa ideia de realizar uma imagem para quebrar com o ícone da Eva europeia, quase que alemã. Quem disse que ela era branca?", diz Mecarelli.
A artista plástica paulistana Renata Felinto, 34, foi a escolhida para encarnar a figura feminina mítica. "No começo, fiquei na dúvida porque existem trabalhos de nu péssimos, de mau gosto. Mas quando vi o trabalho do Mecarelli, gostei da iluminação, dos efeitos. Achei sério", afirma a moradora de Taboão da Serra (Grande São Paulo).

 

Além de resgatar a beleza da mulher negra de uma forma simples, o fotógrafo teve a intenção de prestar homenagem a Jorge Amado: cada foto da exposição é acompanhada por um trecho da obra do autor baiano, todos selecionados pelo escritor Ovídio Poli Júnior. "Foi um trabalho muito agradável. Vendo algumas das imagens já me vinha logo a associação com determinada história. O objetivo é mostrar a proximidade que há entre o universo feminino contido na obra de Jorge e a beleza das mulheres negras."
A união com a literatura é outro motivo pelo qual Renata se interessou. "Embora já tenha feito um book, não quis ser modelo porque eu achava meio vazio. Como ele estava fazendo um cruzamento entre as fotos de mulheres negras e a obra de Jorge achei que tinha sentido participar. Foge do padrão de beleza tradicional", ressalta.

Segundo Mecarelli, o trabalho começou em Paraty (Rio de Janeiro) e foi apresentado pela primeira vez em sua galeria Zoom, em 2006, paralelamente à Flip (Feira Internacional de Literatura de Paraty).
"Comecei clicando moças que trabalhavam na padaria, outra como garçonete, outra em casa de família... Mulheres de um cotidiano essencialmente simples, mas que, com a exposição, passam ao status de 'Deusas'", diz o europeu que se mudou para a cidade histórica em 2005. "O importante é não ser vulgar e a beleza acaba ficando na simplicidade", completa o criador do Paraty em Foco - Festival Inernacional de Fotografia.


Beleza Afro-Brasileira - Panamericana Escola de Arte e Design
Av. Angélica, 1.900, Higienópolis, centro, São Paulo, SP.
Até 8/9. Seg. a sex.: 9h ás 21h; sáb.: 9h às 12h. Grátis. 

NAKED BEFORE THE CAMERA

Couple / 327 Commonwealth Avenue John Goodman (American, born 1947)
The Metropolitan Museum of Art - New York apresenta a exposição "Naked before the Camera" (Nu perante a câmera). Com aproximadamente 60 imagens de artistas, - desde o século XIX até os anos 70 - a mostra traz imagens belíssimas, em preto e branco e em matizes de sépia, da história da fotografia erótica. 
"Nu perante a câmara" começa com fotografias do século XIX, época em que estas eram tiradas para facilitar o trabalho dos pintores, mas que se transformavam em obras de arte por si mesmas, segundo detalha o museu. Este é o caso de "Nu feminino" (1853), uma imagem do fotógrafo francês Julien Vallou de Villeneuve, que provavelmente inspirou "Mulher com um papagaio" (1866), do pintor francês Gustave Courbet, que mostra figuras do passado "de uma forma surpreendentemente moderna".







No alto, "Reclining Female Nude" (1853), fotografia
de Julien Vallou de Villeneuve; acima, a pintura
"Femme avec un Parrot" (1866), de Gustave Courbet
Mais tarde, no século XX, artistas como o húngaro Brassai, o americano Man Ray e o alemão Hans Bellmer utilizam o nu "como o veículo perfeito para o jogo visual e a prospecção psicossexual", segundo o museu, que põe como exemplo "Distorção #6" (1932), do também húngaro André Kertesz.
"Distorção #6" (1932) - André Kertesz
Entre os fotógrafos contemporâneos, também há trabalhos de Robert Mapplethorpe, Diane Arbus, Garry Winogrand e Larry Clark, entre outros. De Larry Clark a curadoria incluiu na mostra uma imagem sem título que integra “Teenage Lust”, série que ele realizou entre 1972-1973. A imagem de Clark, que está entre as mais recentes apresentadas na mostra, antecipava as cenas fortes e a temática de seu filme mais polêmico, “Kids”, de 1995, que também provocou a ira dos mais moralistas ao abordar sem subterfúgios o avanço da AIDS e a sexualidade de adolescentes e pré-adolescentes em Nova York.

  “Teenage Lust” - Larry Clark
"Ao apresentar um resumo da história da fotografia através das representações da nudez, “Naked before the Camera” provoca para além dos domínios da arte e das fantasias de erotismo. Cada uma das imagens em exposição – mesmo aquelas que sob a distinção de "estudo de artista" enganaram os censores para dar início ao que se tornaria o comércio da pornografia – tem um apelo tão forte que pode levar o espectador a examinar as motivações e os significados sobre o que há de mais humano e que deveria ser o estado mais natural em nossa civilização: a nudez de nossos próprios corpos". José Antônio Orlando Site semioticas

Edward Weston

CINQUENTA TONS DE CINZA



"— Levante as pernas. — ordena com delicadeza, e obedeço de imediato. — Agora vou começar a foder você, Srta. Steele. — murmura ele, ao posicionar a cabeça de seu pau na entrada do meu sexo. — Com força. — murmura, e me penetra.

— Aai! — grito ao sentir um estranho beliscão lá dentro de mim enquanto ele tira a minha virgindade. Ele fica imóvel, me encarando, os olhos brilhando em êxtase com a vitória. Sua boca está entreaberta, e sua respiração é pesada. Ele geme."


Fenômeno editorial, a trilogia erótica CINQUENTA TONS DE CINZA, primeira obra escrita pela mãe de família inglesa E. L. James, vendeu dez milhões de cópias desde seu lançamento, em março.  
O primeiro livro, que chegou as livrarias brasileiras no mês de agosto, trata da relação sadomasoquista entre uma jovem universitária e um bilionário de 30 anos. Lá fora, a publicação gerou desconforto entre feministas, foi banida de bibliotecas em três estados americanos, porém, aumentou a venda de produtos em sex shops e alimentou grupos de discussão entre mulheres casadas que não têm medo de apimentar sua relação.
As passagens do sexo sadomasoquista temperadas com a paixão que surge entre os dois logo no primeiro encontro conquistaram o público feminino. O livro provocou uma corrida editorial em 37 países. O sucesso repentino surpreendeu a própria autora. "Nem nos meus sonhos mais utópicos imaginei estar entre os mais vendidos do The New York Times", disse ela.
A obra começou de maneira despretensiosa, a partir de um hobby. Há pouco mais de dois anos, Erika, então gerente de produção de uma TV londrina, mãe de dois filhos, passava as tardes em frente ao computador escrevendo histórias apimentadas inspiradas nas aventuras do vampiro Edward e da amada Bella, personagens da saga Crepúsculo. Os contos faziam parte da sua página em um site de fan fiction, modalidade literária na qual fãs postam histórias criadas a partir de livros, filmes e séries de TV.
Ao mesmo tempo em que faz sucesso, a trilogia também levanta polêmica. Algumas rodas de debate da TV americana cogitaram que o fenômeno coloca em xeque as lutas feministas por igualdade, já que a protagonista Ana é totalmente submissa ao amante. Sperry Cezar acredita, entretanto, que essa ideia é machista e equivocada. "É o contrário. É por causa das décadas de feminismo que a mulher do século 21 pode fazer o que quiser, inclusive fantasiar com a submissão", diz. "Os papéis sexuais e sociais não têm de ser necessariamente os mesmos."
Polemicas e discussões a parte CINQUENTA TONS DE CINZA  já é um sucesso de público no Brasil! Para vocês. queridos e diliciosas leitoras do SeximaginariuM dois trecho apimentados do livro.

— Eu sabia que você era inexperiente, mas virgem? (...) Vamos resolver esse problema agora mesmo. (...) Você é uma garota corajosa. Estou impressionado.
As palavras parecem um dispositivo incendiário. Meu sangue arde. Ele se abaixa e beija minha boca delicadamente, depois chupa meu lábio inferior.

— Quero morder esse lábio. — murmura junto da minha boca, e a puxa cuidadosamente com os dentes. Dou um gemido e ele sorri (...).

— Fique quieta — murmura ele, e aí se abaixa e vai me beijando, subindo pela parte interna da coxa, continuando por sobre o fino tecido rendado da calcinha. Ah, não consigo ficar parada. Como posso não me mexer? Contorço-me embaixo dele (...). Ele vai beijando a minha barriga, e enfia a língua em meu umbigo. Continua subindo, beijando meu torso. Minha pele arde. Estou afogueada, com muito calor, muito frio, agarrada ao lençol embaixo de mim. Ele se deita a meu lado, e sua mão vai passeando pelo meu quadril, pela cintura e subindo até meu peito (...).

— Muito bom — sussurra ele em tom de aprovação, e meus mamilos ficam mais duros ainda. Ele chupa delicadamente um enquanto sua mão vai para o outro seio e, com o polegar, rodeia a ponta do mamilo. Gemo, uma sensação doce dentro de mim. Estou muito molhada. Ah, por favor. Imploro silenciosamente, agarrando-me com mais força ao lençol. Seus lábios se fecham em volta do meu outro mamilo, e, quando ele puxa, quase tenho espasmos.

— Vamos ver se podemos fazer você gozar assim — diz ele, continuando o ataque lento e sensual. Meus mamilos suportam o delicioso impacto de seus dedos e seus lábios hábeis, que acendem cada uma de minhas terminações nervosas e fazem meu corpo inteiro cantar com uma doce agonia. Ele simplesmente não para.

— Oh... por favor — imploro, e inclino a cabeça para trás, a boca aberta enquanto gemo, esticando as pernas. Minha nossa, o que está acontecendo comigo? (...).

Seus dentes se cerram em volta do meu mamilo, e ele puxa com força com o polegar e o indicador, e eu desmonto na mão dele, o corpo estremecendo em espasmos e explodindo em mil pedaços. Ele me beija, a língua enfiada na minha boca, absorvendo meus gritos.

Nossa. Foi extraordinário. Agora sei porque o alvoroço todo em torno desse assunto. Ele me olha, um sorriso satisfeito nos lábios (...).

— Você é muito sensível. — suspira ele. — Vai ter que aprender a controlar isso, e agora vai ser muito mais divertido ensinar (...).

— Você está deliciosamente molhada. Eu quero você.

Ele enfia o dedo dentro de mim, e dou um grito quando ele enfia de novo e de novo. Ele manipula meu clitóris, e dou outro grito. Ele mexe o dedo dentro de mim com mais força ainda. Gemo.

De repente, ele se senta na cama, arranca a minha calcinha e a joga no chão. Tira a cueca, e a ereção se revela, livre. Puta merda (...).

Debruça-se, apoiando as mãos de ambos os lados da minha cabeça, de modo que paira sobre mim, olhando-me nos olhos, a mandíbula cerrada, os olhos ardentes. Só agora vejo que ele ainda está de camisa.

— Quer mesmo fazer isso? — pergunta suavemente.

— Por favor. — imploro.

— Levante as pernas. — ordena com delicadeza, e obedeço de imediato. — Agora vou começar a foder você, Srta. Steele. — murmura ele, ao posicionar a cabeça de seu pau na entrada do meu sexo. — Com força. — murmura, e me penetra.

— Aai! — grito ao sentir um estranho beliscão lá dentro de mim enquanto ele tira a minha virgindade. Ele fica imóvel, me encarando, os olhos brilhando em êxtase com a vitória. Sua boca está entreaberta, e sua respiração é pesada. Ele geme.

— Você é muito apertada. Está tudo bem?

Faço que sim, olhos arregalados, segurando os antebraços dele. Sinto-me muito plena. Ele continua parado, deixando que eu me acostume à sensação avassaladora e intrusiva de tê-lo dentro de mim (...).

Ele recua extremamente devagar. E fecha os olhos e geme, e torna a me penetrar. Grito de novo, e ele para.

— Mais? — murmura, a voz rouca.

— Sim. — suspiro.

Ele faz de novo, e torna a parar. Gemo, o corpo aceitando-o... Ah, eu quero isso.

— De novo? — sussurra ele.

_________________________________________________________________

(...) De repente, ele me agarra, me fazendo cair por cima dele. Com um único movimento suave, ele se posiciona de tal maneira que fico com o torso deitado na cama ao seu lado. Ele joga a perna direita por cima das minhas e me prende com o braço, me imobilizando. Ai, porra.

— Coloque as mãos na cabeça. — ordena.

Obedeço na mesma hora.

— Por que estou fazendo isso, Anastasia? — pergunta.

— Porque revirei os olhos para você. — Mal consigo falar.

— Acha que essa é uma atitude educada?

— Não.

— Vai fazer de novo?

— Não.

— Vou lhe dar uma surra toda vez que fizer isso, entendeu?

Muito lentamente, ele abaixa as minhas calças. (...) Merda, será que vai doer?

Ele põe a mão na minha bunda nua, acariciando-me delicadamente, fazendo movimentos circulares com a palma da mão. De repente, retira a mão... e me bate — com força. Ai! Arregalo os olhos reagindo à dor, e tento me levantar, mas ele põe a mão entre as minhas escápulas me forçando para baixo. Torna a acariciar o local onde me bateu, e sua respiração muda — está mais ruidosa, mais forte. Ele me bate de novo e de novo, depressa e sem interrupção. (...) Surge um padrão rítmico: carinho, afago, palmada. Tenho que me concentrar para enfrentar essa dor. Minha cabeça se esvazia enquanto me esforço para absorver aquela agonia. Ele não me bate duas vezes no mesmo lugar — está espalhando a dor.

— Aaai! — grito na décima palmada, e, então, percebo que andei contando mentalmente os golpes.

(...) — Ninguém vai ouvir você, querida, só eu.

(...) Ele continua naquele ritmo implacável. Grito mais seis vezes. Dezoito tapas ao todo. Meu corpo está urrando, urrando por causa desse ataque impiedoso.

— Chega. — sussurra ele asperamente. — Muito bem, Anastasia. Agora vou foder com você.

— Está sentindo? Está vendo quanto o seu corpo gosta disso, Anastasia? Você está toda molhada, só para mim.

— Sim. — É uma súplica. 


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100 ANOS DO ANJO PORNOGRÁFICO


"Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico."


NELSON Falcão RODRIGUES
Recife, 23 de agosto de 1912 - Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1980



"Alguém dirá que A Vida Como Ela é… insiste na tristeza e na abjeção. Talvez, e daí? O homem é triste e repito: – triste do berço ao túmulo, triste da primeira à última lágrima. Nada soa mais falso do que a alegria. Rir num mundo miserável como o nosso é o mesmo que, em pleno velório, acender um cigarro na chama de um círio. Pode-se dizer ainda que é triste A Vida Como Ela é… – porque o homem morre. Que importa tudo o mais, se a morte nos espera em qualquer esquina? Convém não esquecer que o homem é, ao mesmo tempo, o seu próprio cadáver. Hora após hora, dia após dia, ele amadurece para morrer. Há gêneros alegres, eu sei. Fala-se em “teatro para fazer rir”. Mas uma peça que tenha essa destinação específica é tão absurda, obscena, como o seria uma missa cômica. Agora o aspecto da sordidez. Nas abjeções humanas, há ainda a marca da morte. Sim, o homem é sórdido porque morre. No seu ressentimento contra a morte, faz a própria vida com excremento e sangue."
Nelson Rodrigues

Tente manter o sexo próximo do amor
O sexo, na obra de Nelson Rodrigues, é geralmente ponto de partida de tragédia. “O sexo nunca fez um santo. O sexo só faz canalhas”, escreveu. Mas, em 1967, já havia mostrado uma saída para o canalha: “Tudo é falta de amor. [...] As lesões do sentimento, a crueldade. Tudo, tudo falta de amor. [...] E sempre há os que apodrecem em vida porque separaram o sexo e o amor. A toda hora esbarramos com sujeitos que praticam a variedade sexual. Esses vão morrer na mais fria, lívida, espantosa solidão”. Para evitar que o sexo o transforme num personagem rodriguiano, é só se esforçar para não separá-lo do amor. Não é fácil, mas só há vantagem em perder a pecha de canalha. Ser Para Sempre Fiel… está na coletânea de crônicas O Óbvio Ululante (Agir, fora de catálogo, mas facilmente encontrado em sebos)

Nunca coloque em xeque a fidelidade da mulher do seu amigo
Nelson Rodrigues fez questão de mostrar que a delação de uma traição só acaba em tragédia para quem dá o alerta. Em Amigo de Infância, um personagem suspeita da infidelidade da mulher de um amigo e corre a alertar o suposto corno. Quando descobre que a desconfiança tinha fundamento, o corno de fato dá três tiros no cara que só queria que o amigo “não bancasse o palhaço”. Amigo de Infância está na coletânea de contos A Vida Como Ela É (Agir)

Ao antever uma discussão com a mulher, saia pela tangente
É melhor ficar calado do que testar a veracidade dessa máxima de Nelson Rodrigues: “É de fato num bate-boca que nasce na mulher a vontade de trair. Na seguinte discussão, o adultério toma a forma de uma utopia reparadora. [...] Os bate-bocas não passam, e repito: os ba­te-bocas ficam enterrados, na carne e na alma, como sapos de macumba”. (Da coletânea O Óbvio Ululante)

E um alerta sobre o casamento…
“Só um débil mental pode casar-se na presunção de que o casamento é divertido, variado ou simplesmente tolerável. É divertido como um túmulo.” Em Asfalto Selvagem (Agir)



Nelson Rodrigues sempre foi e será lembrando, pricipalmente pelas suas frases de impacto!

- Na 'mulher interessante', a beleza é secundária, irrelevante e, mesmo, indesejável. A beleza interessa nos primeiros quinze dias; e morre, em seguida, num insuportável tédio visual. Era preciso que alguém fosse, de mulher em mulher, anunciando: - 'Ser bonita não interessa. Seja interessante!

- Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhoras que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém."

- Toda mulher gosta de apanhar”. ... todas as mulheres gostam de apanhar, só as normais, as neuróticas reagem.

- O marido não deve ser o último a saber. O marido não deve saber nunca.

- Toda mulher bonita é um pouco a namorada lésbica de si mesma.

- O biquíni é uma nudez pior do que a nudez.

- Todo ginecologista devia ser casto. O ginecologista devia andar de batina, sandálias e coroinha na cabeça. Como um são Francisco de Assis, com a luva de borracha e um passarinho em cada ombro.

- Não reparem que eu misture os tratamentos de "tu" e "você". Não acredito em brasileiro sem erro de concordância.

- Nossa ficção é cega para o cio nacional. Por exemplo: não há, na obra do Guimarães Rosa, uma só curra.

- Os magros só deviam amar vestidos, e nunca no claro.

- Qualquer menino parece, hoje, um experimentado e perverso anão de 47 anos.

- Morder é tara? Tara é não morder.

- Todo tímido é candidato a um crime sexual.

- Não damos importância ao beijo na boca. E, no entanto, o verdadeiro defloramento é o primeiro beijo na boca.”

- Dinheiro compra tudo, até amor verdadeiro.

- Toda unanimidade é burra.

- O mar tem cheiro de esperma, urina velha e sexo mal lavado.

- Se soubéssemos dos detalhes da vida sexual das pessoas não falaríamos com elas.

A CALÇOLA PERDIDA DA RAINHA ELIZABETH II


"Roupa de seda ricamente bordada com um monograma da coroa real com o roteiro inicial "E" por baixo no canto superior esquerdo, com um bordado projetado atravessando a roupa por cima. Em cada lado existem duas flores em uma haste com folhas e ao lado um caule com duas folhas. A peça é revestida por uma bainha belas rendas e delicado crochê. Existem quatro pequenas pérolas como botões do lado esquerdo."

Já pensou em chegar perto das "partes intimas" da realeza britânica? Ter a chance de possuir uma calcinha que pertenceu a Rainha Elizabeth II e poder cheira-la à vontade? Um fetichista que arrematou em um leilão a calçola por cerca de US$9 mil vai poder fazer isso!
Funcionários do Palácio de Buckingham afirmam que a rainha Elizabeth II é muito cuidadosa com suas roupas íntimas. Suas lingeries são meticulosamente inventariadas, cada peça é numerada e cadastrada, exceto uma... Que sumiu!!


Em 1968, durante um voo em um avião particular, retornado do Chile, Rainha, então com 40 anos, tirou a calçola real (vai saber o motivo!) e esqueceu a preciosidade a bordo!
Durante todos esses anos a peça íntima ficou sob a guarda do "Barão" Joseph de Bicske Dobronyi, um playboy que viveu na Flórida e se vangloriava de casos amorosos com Raquel Welch, Eva Gabor, Ava Gardner, Brigitte Bardot, Debbie Reynolds e Anita Ekberg. A Rainha Elizabeth não está entre suas conquistas reivindicadas. A calcinha real foi um presente de um amigo, que a encontrou no tal avião!

“A VIDA COMO ELA” É DO CASAL BARBIE E KEN

Afinal,o mundo cor-de-rosa da Barbie é assim tão rosa? Na visão da fotógrafa canadiana Dina Goldstein, o dia-a-dia do famoso casal da Mattel é dominado por dúvidas,ciúmes e vícios. O seu projeto "IN THE DOLLHOUSE" questiona a relação conjugal perfeita criada no imaginário de sucessivas gerações.
A Barbie, a boneca mais famosa do mundo, criada por Ruth Handler e Elliot Handler, tem mais de cinquenta anos, mas continua com a mesma aparência da juventude. Dois anos depois, chegou o namorado Ken. Se sozinha a Barbie já representava a imagem da perfeição, o casal passou a protagonizar um verdadeiro conto de fadas. Tava tudo muito bem, muito bom até que a fotógrafa canadiana Dina Goldstein resolveu desmistificar a história feliz do casal da Mattel.

As imagens de seu mais recente projeto "IN THE DOLLHOUSE" retratam o trágico, monótono e enfadonho dia-a-dia conjugal. Utilizando cenários idênticos aos das casas de bonecas e dois modelos de carne e osso, Dina transforma a Barbie numa personagem dominada por angústias, medos e vícios. Ou seja, aquilo que possivelmente sentiria, se fosse humana.

Sob esta ótica realista, aborda também a sua relação com Ken. Barbie vive um casamento infeliz, questiona-se sobre a sexualidade do marido e tenta esquecer os problemas refugiando-se no álcool. 

DESNUDANDO A SEXI BLOGUEIRA

@_lasciva é uma personagem da literatura encarnada em uma blogueira da vida real. Mantém sua identidade em sigilo para se permitir viver, ao mesmo tempo, ambos os papéis - sem impor limites à sua arte.
Criou seu estilo literário. Traduz em seu texto, da forma mais sincera que consegue uma expressão do comportamento de sua geração. Questiona tabus, ao lidar com eles com naturalidade, sem pudores.
Inspira seu público, com seu jeito libertário. Troca ideias com quem lhe escreve, dá dicas, escreve artigos sobre comportamento, estuda a sexualidade humana sob todos os vieses.

LEO: A @_lasciva é: sensual, libidinosa, desregrada, blogueira, DJ, consultora de relacionamentos... Tudo isso e mais o que?
LASCIVA: Precisa mais? Sou apenas uma mulher de 28 anos, jornalista, que batalha diariamente para ganhar a vida e lidar com seus dilemas emocionais.

LEO: E o Blog Lasciva muito texto muita imagem, muita cor... É um diário sensual... Fale sobre ele?
LASCIVA: Meu Blog é, antes de tudo, uma experiência. Decidi me submeter a uma exposição sem limites. Criei um espaço onde eu pudesse derramar todo o meu desejo e extravasar meu ímpeto sexual. O resultado é que atraio muita gente que se identifica comigo. E tento me relacionar virtualmente com essas pessoas. Troco ideias me envolvo em um extenso processo de pesquisa sobre sexualidade, produzo conteúdos que sintetizem o que eu penso e o conhecimento que adquiri ao decorrer do tempo. Escrevo sobre comportamento, erotismo, estilo pessoal e sexo. 

LEO: Qual o perfil dos leitores do seu Blog e quais os temas mais apimentados e comentários mais frequentes?
LASCIVA: A maioria das pessoas que frequentam o Blog são jovens adultos na faixa dos 18 aos 25 anos - tanto homens quanto mulheres. As questões que recebo de quem me escreve são tão diversas! Fico inspirada a cada vez que recebo um email. Há tanto dúvidas sobre relacionamentos e problemas de autoestima, como questões mais técnicas sobre sexo: como seduzir, como se masturbar, como agradar o parceiro, como se portar durante uma orgia.

LEO: Lasciva mexe com o seximaginário dos leitores? Você recebe muitas "cantadas", convites e propostas "indecentes"?
LASCIVA: Sim, sou bem xavecada. Tanto por homens, como por mulheres. Já recebi todo o tipo de proposta e até fotos explícitas - as pessoas são bem criativas. Adoro quando alguma garota escreve que fantasia a meu respeito ou se masturba pensando em mim. Mas prefiro não me envolver pessoalmente com quem conheço a partir do blog, pois é uma responsabilidade de conseguir corresponder aos desejos idealizados do outro. O meu tesão depende de situações muito específicas que não surgem com qualquer pessoa.

LEO: Descobri no Blog que a Lasciva faz programa! Queremos saber o que rola...
LASCIVA: Ahahahaha. Estou gravando um programa de vídeo para a internet. Vai se chamar Clímax e vai ao ar em janeiro de 2013, veiculado no site www.portalplustv.com.br e no meu próprio Blog. É bem a minha cara, converso com as pessoas sobre sexualidade. Também estou curiosa, pois comecei a gravar há algum tempo, mas ainda não vi o resultado.

LEO: “Não existe mais mulher hétero, todas são bi-curiosas”... Em sua opinião o “homo sapiens contemporâneo” será pansexual e bígamo?
LASCIVA: Há muitas teorias que apontam o bissexualismo como tendência, mas dizer que isso irá abranger a todos é mentira. Muita gente prefere reprimir os próprios desejos e ficar só no feijão com arroz. Já ouvi até de homens que quiseram conferir se eram gays, pegaram outros homens, mas não sentiram tesão nenhum em se relacionar com pessoas do mesmo sexo. Da mesma forma, ocorre com mulheres. Os meus desejos são diferentes dos seus, que são distintos das demais pessoas. Generalizações costumam implicar em muitos erros.

"Sou determinada demais para perder meu tempo com quem não sabe o que fazer comigo. Não suporto frescuras, pudores, restrições. Gosto do sexo sujo, sacana e, de preferência, livre."

LEO: Você gosta de meninos e meninas? Separados ou tudo junto e misturado?
LASCIVA: Sou bissexual. Morro de tesão em homens e tenho enorme desejo por mulheres. Em minha opinião, no sexo, quanto mais gente melhor. Gosto de uma boa putaria.

LEO: Homem para você precisa ser inteligente ter um olhar sincero, ou aquela pegada e ser todo grandão "das cabeças" aos pés...
LASCIVA: Se o cara tiver todas essas qualidades (y otras cositas más), provavelmente me sentirei atraída. Mas a realidade é que não existe uma fórmula de homem ideal para mim. Sou muito democrática. Para ficar com alguém, é importante eu me identificar com as ideias do outro, me sentir à vontade para falar o que quer que seja, compartilhar desejos e ver que a pessoa se dedica naquilo que faz. É muito importante que ele seja safado, gosto especialmente dos mais depravados.

LEO: As mulheres reclamam de alguns caras, dizem q eles trepam mal... O que te broxa no sexo?
LASCIVA: Falta de atitude é muito desestimulante. Sou determinada demais para perder meu tempo com quem não sabe o que fazer comigo. Não suporto frescuras, pudores, restrições. Gosto do sexo sujo, sacana e, de preferência, livre.

LEO: O que você pensa sobre os “brinquedinhos” femininos, as fantasias sexuais e outras formas de sexo como swing?
LASCIVA: Brinquedos eróticos são, em geral, divertidos. Os mais discretos, como o bullet, contribuem durante o sexo, proporcionando novas formas de prazer, inclusive durante o sexo oral. Plugs são perfeitos para se preparar para o sexo anal. Outros maiores, como dildos ou rabbits ainda, ótimos companheiros para a masturbação. Fantasias sexuais todo mundo tem. Nem que seja a fantasia mais comum. Quando descobrimos nossas fantasias, somos capazes de planejar a concretização delas e as tornamos realidade, a sensação é incrível. Swing pode ser sensacional, se temos um parceiro empolgado para nos acompanhar - seja numa balada especializada ou mesmo na casa de um casal de amigos.
Para ficar com alguém...é muito importante que ele seja safado, gosto especialmente dos mais depravados.

LEO: Qual o lugar mais inusitado onde você fez sexo?
LASCIVA: Ah, só me lembro de lugares comuns: o banheiro da boate, as pedras da praia, a escada do prédio, o banco da praça, o jardim de uma casa abandonada.

LEO: Uma fantasia...
LASCIVA: Atualmente, o amigo de um garoto com quem me envolvi veio dar em cima de mim. Ele é gato e interessante, mas como eu já estava enrolada com o amigo dele, respondi apenas que a gente podia marcar de sair todos juntos. Agora volta e meia me pego imaginando que chego à casa do meu paquera e me deparo com o amigo ali, me esperando. Nunca transei com dois rapazes, tenho muita vontade de ter diante de mim dois paus eretos só para a minha diversão.

LEO: Uma boa transa...
LASCIVA: Quando uma amiga gostosa veio passar a noite comigo e meu ex-namorado. Bebemos vinho, ficamos bem soltinhos e, quando vi, ela era muito mais gostosa e safada do que eu imaginava. Acabamos todos vermelhos e com o suor escorrendo pelo corpo.

LEO: Uma transa ruim...
LASCIVA: Quando bebi muito na boate, minha amiga me deixou sozinha, fiquei carente e acabei saindo de lá com um rapaz qualquer que nada tinha a ver comigo. Nem lembro direito da foda, na real, de tão bêbada que eu estava. Mas sei que sua casa fedia a cachorro sujo e que ele mal tirou minha roupa para me pôr de quatro.



DIREITISTAS POSTAM FOTOS DA MÃE DE OBAMA NUA

Um Documentário anti-Obama foi enviado a milhões de eleitores norte- americanos. "Sonhos do Meu Verdadeiro Pai" insinua que a mãe do presidente - Ann Dunham - posou para fotos eróticas usando peças de bondage. A baixaria causou fúria entre os democratas.


DVD realizado por um direitista, inclui imagens de uma mulher (supostamente mãe do presidente) - posando quase nua num sofá.
O "documentário marrom" também insinua que história de família de Obama é uma mentira. O casamento entre Dunham e o pai de Obama foi uma fraude! A verdadeira história é que o casamento da mãe do presidente foi um esquema para encobrir o seu affaire com o poeta de esquerda e ativista do Partido Comunista Frank Marshall Davis a quem Obama se referia como seu "mentor".

Partidários de Obama dizem que a mulher que aparece nua nas fotos não é Ann Dunham, morta em 1995, mas sim uma atriz burlesca chamada Marcy Moore.
A ESQUERDA MARCY MOORE AI CENTRO A FOTO DE ANN DUNHAN E A DIREITA A SUPOSTA FOTO